Richa assina decreto que implanta o PRA no Paraná

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O processo regularização ambiental das propriedades rurais paranaenses junto ao Novo Código Florestal teve novo avanço nesta semana. O governo do estadual assinou o decreto que define as normas do Programa de Regularização Ambiental do Estado do Paraná (PRA). Assim, produtores que possuem passivo ambiental ganham novas diretrizes para fazer as adequações necessárias.

O PRA dispõe sobre as formas, prazos e procedimentos que devem ser adotados para a regularização ambiental dos imóveis rurais. Ele também traz uma revisão nos termos de compromissos, e nos projetos de recomposição de áreas degradadas ou alteradas, além de definir aspectos para o regime de servidão ambiental e os registros públicos de imóveis.

As novidades surgem em meio ao avanço na adesão ao Cadastro Ambiental Rural (CAR), no qual estão sendo registrados todos os imóveis para posterior levantamento do passivo ambiental estadual. Os dados mais recentes do Instituto Ambiental do Paraná apontam que entre maio de 2014 e outubro deste ano 180,7 mil imóveis foram registrados. Considerando que há um total de 532 mil imóveis registrados no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), isso equivale a 33,9% do total. Somente os estados de Minas Gerais, São Paulo e Santa Catarina contam com mais propriedades registradas.

Confira os detalhes do decreto que foi divulgado no Diário Oficial.

Fonte: http://www.agrolink.com.br/

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FPA quer regulamentar taxas de cartório no registro de agronegócio

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) tenta emplacar, por meio de emenda em medida provisória (MP), uma regra que regulamenta a cobrança de taxas de registro de cédulas de crédito rural e notas promissórias em cartório. A bancada tentou colocar a emenda na MP 687, que autoriza reajuste de taxas cobradas por Ancine, Ibama e Cade. O relator, no entanto, entendeu que a emenda era “estranha à tratada na MP” e recusou a emenda. Agora, o grupo pretende usar uma outra MP ainda a ser escolhida. “Essa emenda regulamenta essas notas processuais; cria um critério. Está uma queixa muito grande dos produtores, cada um cobra o que quer”, disse o deputado Marcos Montes (PSD-MG), presidente da FPA, à Agência Estado. “Essa coisa de cada um cobrar o que quer, de não ter critério, estava encarecendo a operação”, afirmou. airmaxco airmaxco